"Não se tem nunca o direito de matar um homem, pois não se sabe que imagens ele guarda no fundo se seus olhos"
Saint-Exupéry
Simples e direto.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Hora Nula
Na hora nula não há ninguém,
Não há nada. Ainda assim é possível ouvir algo
Algo como uma batida tímida e descompassada,
E só depois que paro de olhar os bonecos frios de gesso,
Vejo o meu coração refletido na bolha de sabão que vem das lojas fechadas,
O vejo como protagonista de uma batucada solitária e cinza
que me faz abrir os olhos. Pronto! Agora sim não vejo realmente ninguém.
Sigo, assim, meu caminho.
Não há nada. Ainda assim é possível ouvir algo
Algo como uma batida tímida e descompassada,
E só depois que paro de olhar os bonecos frios de gesso,
Vejo o meu coração refletido na bolha de sabão que vem das lojas fechadas,
O vejo como protagonista de uma batucada solitária e cinza
que me faz abrir os olhos. Pronto! Agora sim não vejo realmente ninguém.
Sigo, assim, meu caminho.
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