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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Com os meus botões
Se não acordo, não saio,
E não sair me incomoda,
Se não saio, não mais sinto,
Nem mesmo as ventanias no centro,
E se não mais sinto, não mais sou,
Mas não posso não mais ser...
O que será de mim!?
Bendito seja aquele que criou o despertador
E não sair me incomoda,
Se não saio, não mais sinto,
Nem mesmo as ventanias no centro,
E se não mais sinto, não mais sou,
Mas não posso não mais ser...
O que será de mim!?
Bendito seja aquele que criou o despertador
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Era ela e o jardim
Era ela, que me acorda com ternura nas manhas escuras do horario de verão e que se prontifica a me vestir e enxugar, e que hoje não mais sabe o que me dizer, talvez até porque ainda guarde algumas poucas conversas com intenção de economiza-las e não joga-lás fora apenas numa tarde perdida no jardim botanico. Era ela, que eu vejo em qualquer rosto serio, quando entro de repente dentro do onibus, ou na rua, no chá, no café, nos calculos estequiometricos, no jardim botanico. Era ela, que me leva pra todos os lugares, de onibus, pro shopping, cinema e jardim botanico. Era ela, apenas, o que eu via. Ela e o jardim botanico. Ela em destaque. Sem mais jardim, nem bicho, nem arvore, nada de botanico à volta.
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